domingo, 30 de novembro de 2008

Hoje...

Hoje vou ao dentista
fabricar meu sorriso.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Pobre Criança

Que dia bonito, que céu azul,
pessoas sorrindo, crianças brincando,
a vida brotando, as luzes brilhando,
as pedras rolando, os pássaros cantando,
a música fluindo.
A pequena criança que não sabe brincar,
tenta disfarçar uma noite mal dormida.
A pequena criança tem medo do escuro,
mas para que temer?
O mundo não está reluzindo?
A pequena criança olha o brinquedo através da vitrine;
sonha ser alguém, além de si mesma.
A pequena criança sabe ler, escrever, pensar,
mas não sabe falar.
A pequena criança vê o carrossel girar, girar, girar
até ficar tonta.
Todos estão girando ao seu redor;
a pobre criança perde o equilíbrio,
o mundo gira rápido de mais,
a criança cai,
mas sequer encontra o chão
para lhe amparar a queda,
ela simplesmente cai.
Oh! Pobre criança,
se tivesse uma mão para segurar
ao atravessar a rua,
estaria agora aconchegada em seu berço,
ouvindo uma canção de ninar.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Verbo Andar


Já faz um tempo que eu não me dedico a este blog, talvez não por falta de idéia, mas por falta de ânimo mesmo, e bem, estou agora numa lan house em Colorado e não tenho exatamente nada para fazer. Com apenas duas pessoas online no MSN(o que já é bastante(e vale lembrar que ambas estão em estado de "Ausente"), e já cansado de vagar pelas páginas aleatórias da internet, resolvi seguir o raciocínio de minha loucura e dar continuidade a este blog por meio deste post.
Na verdade, ainda não sei o que postar, por isso creio que não irei apresentar nada de interessante a seguir (se é que eu já fiz algo interessante), portanto, não aconselho ninguém a continuar lendo esse "artigo", e peço minhas sinceras desculpas a quem perdeu o precioso tempo de sua preciosa vida lendo até aqui, no mais, não me responsabilizo por quem tiver o desprazer de ler até o final.

Estava eu andando na rua a caminho dessa lan house, quando eu cheguei à conclusão de que eu "não sei andar". Vendo as outras pessoas se locomovendo com tanta facilidade, um passo após o outro, como se fosse algo automático, com extrema naturalidade, percebi que eu não tenho coordenação motora suficiente para chegar à exatidão da métrica de meus passos. É tão complicado andar em linha reta, com passadas uniformes, olhar para frente e ainda me preocupar em respirar, não ser atropelado, não me chocar com outras pessoas, ou objetos inanimados como postes, lixos etc., não pisar em excrementos(sempre quis usar essa palavra) de animais, e para piorar, aquelas árvores que tem seus galhos muito próximos ao chão e eu preciso me abaixar ou sair da calçada para me desviar e não acabar por levar uma galhada na cabeça.
Outro momento de grande dificuldade, é ao passar ao lado de pessoas que vêm no sentido inverso ao meu, eu nunca sei se devo olhar ao rosto delas, para o chão, para o céu ou fingir que estou consultando as horas, mas estou começando a descobrir que o meio mais eficaz, é me dirigir ao outro lado da rua. Notei também, o quão constrangedor é esperar a passagem de um carro para se atravessar a rua, ficando imóvel, indefeso, enquanto alguém cruza meu caminho dentro de um carro, protegido por vidros escuros
Bem, agora devo ir para a aula de inglês, andando, por umas quatro quadras, e vou refletindo mais atentamente sobre esse assunto no caminho, assim, no parágrafo seguinte darei minha conclusão.
.
.
.
Eis que apresento-lhe o parágrafo seguinte: No caminho para a “Skill”, percebi que as ruas são como um campo de batalha, tudo está estrategicamente posicionado (soldados, blindados, bunkers, etc.) e até mesmo o relevo das calçadas e das ruas incrementam o clima de hostilidade.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O homem cuja orelha cresceu

(Ignácio de Loyola Brandão)

Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora-extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hospedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas-de-casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: "Por que o senhor não mata o dono da orelha?"

domingo, 14 de setembro de 2008

Card Tower

Bem, de uns dias pra cá venho percebendo que adquirí um vício: construir Torre de Cartas.
Embora pareça um campo um tanto limitado, é possível se fazer uma infinidade de esculturas usando-se apenas cartas.
Pois bem, agora chega de blá blá blá e vamos a algumas fotos, frutos de minha insanidade (ou falta do que fazer mesmo).

Esta foi a mais alta que eu consegui terminar.

Há coisas na vida que só se consegue fazer uma vez, essa é uma delas.

Estilo Italiano

Estilo Grego

Estilo Rústico

Estilo Contemporâneo

Meu Preferido: Estilo Nórdico

Esta foi a mais alta torre que eu contruí, mas infelizmente, por um assalto do destino não consegui terminar.

Eis o momento do pulo do gato, as duas últimas cartas e eu bateria o meu recorde, mas dessa vez Newton me venceu.

Ode à Guernica

Yucatán

Casa na montanha

Castelo do Drácula
Pra todo Rise há um Fall

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Tutorial: Amarrar o Tênis

Uns dizem que a descoberta do fogo foi o acontecimento mais importante da humanidade, outros dizem que o primeiro grande passo que a humanidade deu para o progresso, foi a criação da roda, mas o verdadeiro e mais extraordinário grande feito da humanidade, foi o desenvolvimento da técnica de amarrar o tênis.
Com isso, venho por meio deste post, ensinar e registrar nesse abrangente mundo da internet, de forma simples e rápida, a arte milenar de como se amarrar um tênis:


1° Passo: Tenha em mãos, ou em pés, um tênis, sapato, ou algo que tenha cadarço.


2° Passo: Cruze as duas pontas do cadarço e puxe-as de modo que fique como ilustrado na foto a seguir. Essa parte é simples, mas também é muito importante para o desenvolvimento de um futuro laço, é como se fosse o alicerce de uma casa, portanto, tenha muita cautela .


3° Passo: Agora, começa a construção do laço, não citarei o exemplo clássico do coelho, mas bem, una a ponta do cadarço perpendicularmente, como mostra a foto, e segure com o polegar e o indicador, logo, repita esse processo com a outra ponta (dica: use as duas mãos).



4° Passo: Essa é a parte mais romântica do processo. Una as duas intersecções , cruzando-as. (ignore o meu dedo) [olha! parece um cromossomo]


5° Passo: Agora vem o Grande Truque, os mais supersticiosos dizem que é magia negra, mas tudo tem o seu segredo. Veja que abaixo da intersecção, forma-se um anel, então passe aquela voltinha, que parece a orelha de um coelho por esse anel. (Veja as fotos que fica mais fácil)



Ultimo Passo: Puxe as duas orelhas com firmeza para apertar o laço e voilà, seu calçado está firmemente amarrado a seu pé.


Dica: Treine ao menos umas duas horas diárias para se tornar um Expert no assunto.
Dica2: Para ter certeza de que o laço está definitivamente firme, de uns pulos, chute a parede e dance a "Dança do Quadrado", se ele não se desfizer, meus parabéns, você fez um laço perfeito (isso acontece muito raramente).

Considerações finais: Espero que este tutorial tenha sido útil, embora as pessoas geralmente aprendam a amarrar os sapatos antes de aprenderem a ler, ou saberem o significado da palavra intersecção.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A triste história do menino

Havia um menino chamado menino, com m minúsculo.
menino morava na rua rua, com r minúsculo.
Sua mãe se chamava mãe, com m minúsculo.
Seu pai, Não-tinha-nome, com dois hífens.
Seu cachorro se chamava Roberto Fonseca, era muito esperto.
menino era estudante, não fazia nada da vida.
menino sempre sonhou com o Futuro.
Um dia seu sonho se realizou e se transformou em seu pior pesadelo, o Passado.


Ps: escrevendo esse poema, eu cheguei a um dilema: se uma pessoa tem o nome registrado com a letra inicial minúscula, no inicio de um parágrafo ela ficaria minúscula?

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Aula de química produtiva

Pois então, aqui estamos nós de novo, vejo que trouxe novos amigos. Pois então sentem-se e vamos nos refletir no mesmo espelho, só temos dez minutos. Ostrogodos bárbaros bizarros não reagem à força do machado lunar pois algo mais forte, como a prova de que devem servir a uma única nação: a própria. Por isso nunca moleste quem quiser se machucar, nem atrapalhe o algoz do suicida em seu momento de glória, vitória, derrota, pois seu sucesso não passará de um grandioso fracasso perante o ser. Nada tem significado quando o que se procura está ao lado da mesa. Há diversas formas de se perder o que se tem, talvez eu amasse essa folha de papel e jogue-a diretamente no esôfago do lixo ao lado da porta. Do que importa? Até onde eu saiba lixo não faz dieta. Pode ser reciclado de diversas formas, re-ciclado, repetição do ciclo pentagonal polifórmico... polifórmico, parece química, essa aula... ácido fórmico informalmente falando. Será que uma sandália se sente inferior por ser criada para ficar para baixo, ser pisoteada e agüentar o peso da vida todos os dias?... A tinta da caneta poderia acabar... eu sempre me sinto tão bem quando isso acontece, uma sensação de produtividade na produção do conhecimento, afinal esse é o resultado de tanto tempo escrevendo (sem querer expor informação publicitária, mas essa caneta "Bic" demora para se acabar a tinta). Deveriam inventar uma caneta digital, que mostrasse quantas idéias deveriam ser passadas ao papel para que sua tinta se extinguisse. O tempo está se tornando escasso e o grande Sinal da obediência está prestes a soar, e todos se levantarão mecanicamente quando isso ocorrer... hahahahahahahahahaha!!! Aconteceu o que eu previ: o Sinal!!! Devo me ausentar por 15 minutos, mas não sintam saudades, logo estarei de volta. Voltei! Bem, onde paramos? Ahh, o Sinal que eu previ... na realidade, eu não o previ, é sistemático, fruto do meu subconsciente, um compromisso para com a minha "liberdade", que sou obrigado a enfrentar, digo, Viver. Chegou a hora de me despedir de meus caros pensamentos um tanto quanto imprecisos para me adentrar em uma bela aula de inglês. Se eu tiver mais algum momento ocioso, certamente que irei dedicá-lo a vocês , meu caros colegas no plural. Até breve... ou não.

sábado, 9 de agosto de 2008

A Fascinante História da Tesoura e do Papel

Bem... Aí está minha primeira animação Stop Motion.

video


Foto dos bastidores... Como eu não tinha um tripé, foram necessários alguns improvisos.

sábado, 19 de julho de 2008

BRAINSTORMING 2

Entrar em um mundo sem ficção não é tão difícil quanto pescar sem ter um chapéu ao lado do bar de vidro com janelas ao luar infectado por baratas ao sol ardente com pasta em nível superior de mordidas de chocolate ou até mesmo com cheiro de livro velho para se evitar a fadiga nuclear através de uma simbiose de sentimentos sem emoção mas com razão na forma de se pular de uma ponte, pois o chão o espera tão seco quanto um copo de meia tigela prestes a entrar em erupção cantando algo sublime de cereja editada no próprio modo de agir pela sociedade que esta prestes a te ver sucumbir perante quem não espera um dia melhor, uma nuvem mais branca de algodão de veludo plastificado para não perder a etapa da industrialização e nem o logotipo que dão o “verdadeiro” sabor de inverno ao que se procura, a informação nutricional não importa,tudo engorda por isso não há diferença em comer grama e comer Nescau se no final de tudo nada acontece ao garoto que anda de bicicleta que não usa capacete de segurança, diferente do outro que se machuca tentando ser o que lhe disseram para ser, enfim, isso não tem valor algum quando se compara a fome de alguém que não come por esporte na procura de um planeta onde possa ter o que nunca quis e ser o que mais odeia, isso, o que mais odeia, não, o que mais odeia, o que mais ama, tudo é tão relativo para uma planta que aguarda o regador numa manhã quente de verão para não presenciar o grande ato de fé da câmera catalogada numa estante de livros sujos e surrados que nunca serão lidos por quem tem menos de 40% de seu cabelos brancos para espantar pernilongos que não são insetos comuns, mas uma eternidade mutante de papéis que aguardam serem escritos e amassados tendo como destino final uma cesta de lixo embora nela ele não se decomponha tão facilmente colando-se numa janela de carro, não estou aqui, mas já estive e não voltarei, com medo de não querer sair, é um lugar quente e confortável o suficiente para me abrigar em época de guerra, diferenciando os porta-retratos virados para baixo, talvez para esconder a lembrança de um passado feliz.

BRAINSTORMING

Um dia John foi para o livro da casa de vidro com medo de ser perseguido pelos mestres que se vestem de preto, mas não sabia que o céu não cai no mesmo lugar duas vezes, e talvez não caia de propósito quando tudo se é resolvido através de um meio aquoso, todos se satisfazem com arvores de borracha ou luvas nas pontas dos fios de cabelo que já estão prestes a cair cegos na poça de lama que surgiu com uma chuva de lava mal dormida pelo orvalho quente oblíquo às vezes cheio de mentiras que não levam a nada ou a tudo que não faça sentido não se esquecendo que na vida perdida de um anão se ganha mais de um milhão inclusive, com quantas âncoras se faz uma canoa uma vez que um dicionário não valha de nada se não tiver quem o sustente o suficiente para libertar o animal enjaulado tendo pesadelos com computadores velozes com raiva do amanhecer em uma cadeira sem pernas nem pára-brisa mas uma carteira no bolso direito o aguardava com mãos suadas ouvindo música ruim quando os milagres se viram contra a humanidade alienígena alienada com artrite no tornozelo mas no fim de tudo ha sempre um começo esperando sua hora de comer um lanche sentado num bar sozinho para não ser espionado como vítima de um roubo sem culpado ou talvez uma habitação desabar sobre a cabeça de um inocente que tenta atravessar a rua sem olhar dos dois lados querendo ser atingido por uma bicicleta foguete terapêutica paranóica mas do que importa se um torrone de leite com bolacha está com medo de ser martelado ou talvez comer o resto do talco que está na frauda do bebê, com todas as igualdades diferenciadas prestes a se tornarem presidentes residentes num futuro antigo que todos esperavam mas não ocorreu porque o papagaio do vizinho morreu enjaulado com o bico na tomada sendo eletrocutado com os dentes semi escovados, pois quando se chega a hora não há tempo de arrumar as malas mas ao menos lave as mãos para não sofrer as conseqüências de uma intoxicação.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Ameaça contra a humanidade

Diversas teorias sobre o fim da humanidade são criadas todos os dias, mas todas elas são levantadas baseadas em causas infundadas. Por isso estou aqui para alertá-los sobre a verdadeira forma que a humanidade pode sucumbir: A Ameaça Tomate!!!!!

Desde os primórdios da humanidade os tomates têm tido grande influência sobre a vida na Terra, mas as ações deles sempre são feitas secretamente, de modo que poucas pessoas conseguem enxergar todo o mal que essas criaturas já nos fizeram.


















A figura a cima feita em arte rupestre provavelmente no período Paleolítico Superior (cerca de 40.000 anos a.C.) mostra a primeira representação gráfica de um tomate.


Muitos especulam que a extinção dos dinossauros se deu por conta de um meteoro que atingiu a superfície terrestre, ou devido às diversas variações climáticas ocorridas, mas na verdade, a verdadeira verdade, foram os tomates que declararam guerra aos dinossauros, e venceram, mas tiveram seu poder bélico desgastado e tiveram que passar a viver secretamente, agindo nas sombras, bolando conspirações contra a humanidade, que passou a ser a espécie dominante no planeta.


Mais tarde os tomates tiveram grande influência no Egito, onde eram tratados como deuses. Entretanto, os tomates perderam o interesse nessa civilização e a abandonaram.

O hieróglifo abaixo retrata o deus Tomatamón Rá sendo louvado por um súdito humano.

Muitos anos se passaram e essas criaturas abomináveis viveram nas sombras até que resolveram agir. Fizeram um acordo com Adolf Hitler, um ditador alemão que todo mundo conhece(ou não), em que ajudariam a Alemanha a se reerguer, mas com a condição de que uma Segunda Guerra Mundial fosse iniciada. Dessa forma a humanidade poderia ser enfraquecida e os tomates atacariam.

A foto ao lado mostra Hitler fazendo o acordo com um Tomate. Esse acordo custou muitas vidas inocentes.



A Segunda Guerra Mundial acabou, mas de modo trágico. Duas bombas tomatônicas foram lançadas, uma sobre a cidade de Hiroshima e outra sobre Nagasaki. As duas cidades foram destruídas.

Nuvem em formato de cogumelo de molho de tomate radioativo.
A radiação no local é sentida até os dias atuais, onde diversas crianças nascem com um tomate no lugar do cérebro.



Relação entre Estados Unidos e a Ameaça Tomate

Os Estados Unidos sempre lutaram contra a Ameaça Tomate, inclusive batalharam contra a Alemanha na 2ª Guerra Mundial
. Porém a luta dos EUA contra essa ameaça acabou com o assassinato do presidente John Kennedy. Após esse episódio os tomates tomaram posse do governo americano e passaram a agir contra a humanidade.













J
ohn Kennedy minutos antes de ser assassinado.
Observe que há um tomate no meio da multidão

Atualmente os tomates em aliança com o presidente George W. Bush planejam transformar a Floresta Amazônica em uma grande plantação, adivinhem do que?... de Tomates!!! E assim eles formarão o grande "Exército Vermelho" com o intuito de dominar o mundo.


Curiosidade


O maior Tomate já catalogado foi encontrado pela primeira vez pelo sonar de um submarino russo em uma fenda oceânica.
Anos depois um satélite tirou uma foto dessa monstruosidade.












Foto tirada pelo satélite inglês "Discovery".
Nela pode-se observar atentamente o momento em que o Tomate fora respirar na superfície. É absolutamente fascinante e amedrontadora a sua dimensão.



Como combatê-los
Até o momento não foram encontradas formas eficazes de combate a essas criaturas, há apenas uma mensagem de conforto e esperança perante essa ameaça: HOJE VOCÊ OS COME, AMANHÃ VOCÊ SERÁ COMIDO!!!